“There’s a big difference between lazy and efficient. Sometimes the latter comes off looking like the former.”
“There’s a big difference between lazy and efficient. Sometimes the latter comes off looking like the former.”
Foco e determinação sempre ganham do atalho…
Here’s the thing: 4 ounces of plutonium are dangerous and expensive, but they won’t build an atomic bomb. And even if you get 400 ounces, you can’t build 100 bombs.
Critical mass is what happens when you have enough and do enough that you connect to a tribe, one that matters. Critical mass is the pay off from focused, consistent effort. Critical mass is what you don’t get if you are constantly working the angles and looking for a shortcut.
Open a small chain of restaurants before you’ve connected enough people to make your first restaurant standing room only won’t work. And online, the results are even more obvious.
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It made me sad that so many non-profits have precisely the same mantra. Rush to the easy money, then look for more and rush after that.
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If you have a presence on twitter, squidoo, blogs, facebook, myspace, linkedin and 20 other sites, the chances of finding critical mass at any of them is close to zero. But if you dominate, if you’re the goto person, the king of your hill, magical things happen. One follower in each of twenty places is worthless. Twenty connected followers in one place is a tribe. It’s the foundation for building something that matters.
This is why I don’t have a podcast, a video channel, any activity to speak of on Facebook. It’s why I don’t use Twitter or travel the country visiting bookstores. There are many places to be, and it’s tempting to act like those non-profits and race after the next one. But it doesn’t work.
“We work in an area burdened by jargon and complexity, but the best marketing strategies are defined in simple terms. If something is too complicated, then it’s time to start again.”
- Andrew McGuiness, BMB
A great recipe for a presentation: “an ending which is surprisingly sudden”.
Jo: Uma introdução serena
Ha: Informação narrativa extensa e detalhada
Kyu: Um fim surpreendentemente súbito
(more…)
Tããããão verdade! Reflexão maravilhosa em tempos de web 2.0…
As always, the truth lies in the cliches.
“Having the best of both worlds” is something that marketers shoot for all the time. They want the traffic that a community site will give them, but they also want the control they get by only having authorized employees participating. They shoot for their favorite parts, and get nothing. Always nothing.
Instead, perhaps it’s worth hoping for the best of one world.
Compromise, by its nature, means giving up part of one thing to get part of something else. So you end up with a little of this and a little of that. The low fat of prunes and the shelf appeal of a cupcake. Sounds good on paper, but when given the choice, the diet conscious will pick a real prune and the gluttons will pick a real cupcake. And you’re left with an overstock situation.
When in doubt, maximize.
“O sol nasce para todos, a sombra para quem é esperto.”
Post super interessante do Neto.
Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em
Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se
sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o
problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em
nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar a fome de quem já estava de barriga cheia.
Adoro esse cara! Essas pérolas (regulares) dele são um ótimo exercício de pensamento.
E parece que ultimamente ele tem escrito bastante sobre carreira e dedicação ao trabalho.
Loving what you do is almost as important as doing what you love, especially if you need to make a living at it. Go find a job you can commit to, a career or a business you can fall in love with.
A F/Nazca veiculou neste fim de semana, nos principais jornais do País, um anúncio colocando seu ponto de vista sobre a crise econômica mundial e sobretudo sua opinião sobre como reagir em momentos como esse, especialmente cercado de muito pânico.
Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas a maldita já nos surpreendeu diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando alguma dessas esquinas da vida. Algumas, foram provocadas pelo petróleo, outras pela Rússia ou pela China, a maioria, geradas internamente, já que em matéria de crise, o Brasil sempre foi auto-suficiente. A tal ponto, que se não chegamos a ser fraternos amigos – nós e a crise – também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.
Nenhuma crise é igual à outra. Cada uma tem Essa que chegou com toda a força, agora, certamente é a mais diferente de todas. Porque o Brasil não tem um pingo de responsabilidade sobre o que está ocorrendo e porque o Brasil no seu melhor momento, economicamente falando. O Brasil nunca esteve tão em dia com as suas obrigações, o dever de casa feito, com um mercado interno tão forte, com empresas tão sólidas, modernas e competitivas e com suas instituições tão garantidas, para encará-la.
Mas isso não nos exime das conseqüências da crise. Que, por sinal, é também uma das mais potentes e destruidoras das que se tem notícia em quase um século. Ela já está sendo dura e será ainda mais devastadora, não precisamos ser profetas para prevê-lo. Então, o que nos resta fazer?
O óbvio é termos medo, nos encasularmos, rezarmos para diferentes deuses, de diferentes religiões, ficarmos imóveis acreditando que qualquer mínimo movimento pode ser fatal para ela nos alcançar e, assim esperarmos, até que ela passe.
Demitir, cortar os investimentos, reduzir a produção, suspender novos projetos, reprimir os movimentos de inovação, não acreditar num retorno inesperado da demanda, também são boas e óbvias idéias. Talvez, algumas tenham mesmo que ser feitas, quem sabe?
Mas também há o inóbvio, por mais que, obviamente, a palavra inóbvio não exista. E não existe por que? Porque ninguém a disse antes, vai saber.
E é aí que reside o intuito desse nosso anúncio: apelar para os que acreditam que o inóbvio existe. Não só existe, como pode ser feito nesse exato momento onde o óbvio é o que todos pensam, todas fazem, todos professam e todos aconselham.
O intuito desse anúncio é, humildemente, tentar criar uma minúscula fagulha de otimismo, de esperança – nossa velha, desgastada, mas essa sim, querida amiga em todos os nossos célebres momentos de crise – para que ela se dissemine, se instale nas nossas cabeças, nas nossas empresas, na nossa sociedade, mesmo lutando contra esse poderoso inimigo que tão mais facilmente gosta de se instalar nesses mesmos lugares ao menor sinal de que o pior pode acontecer.
O intuito desse anúncio é despertar o empreendedorismo que sempre caracterizou o empresariado brasileiro, a coragem que sempre foi a marca registrada das nossas empresas, a capacidade inesgotável de reinvenção que sempre foi o norte dos vencedores neste nosso país. E também é o intuito desse anúncio, demonstrar que um marketing original, é a mais poderosa fonte de energia, capaz de gerar as transformações que uma empresa precisa num momento de crise. Nós acreditamos piamente nisso.
Esse é o nosso óbvio.
Acreditamos que se esta não é o momento de inovar, que outro será? Acreditamos que se esse não é o momento de ser e parecer diferente dos seus concorrentes, que outro haverá de ser?
Acreditamos que se não for essa a hora de falar, enquanto muitos se calam de medo, que outra hora estará à nossa disposição para fazê-lo? Uma grande idéia, única, diferente de todo o óbvio, sempre foi e sempre será o detonador mais valioso – e menos oneroso – para mudar-se a história, o humor, a fé, a determinação e otimismo interno de uma empresa.
É isso que nós defendemos para os nossos clientes e que queremos externar para o Brasil inteiro hoje. Porque tivemos a presunção de que se nós pensamos assim, talvez você, talvez mais gente por aí também pense do mesmo jeito. E nós adoraríamos poder contar com mais gente, mais empresários, mais cidadãos para ajudar a contrariar o óbvio, a não aceitar passivamente em todas as suas piores conseqüências o medo, pelo medo.
Crises nós já enfrentamos e, queiramos ou não, ainda enfrentaremos essa um bom tempo e outras por muitas vezes.
O que deve nos mover é a visão de como nós queremos ser percebidos assim que mais uma vez nós sairmos dela.
De pé, ou de cócoras.
Na crise, já disseram muitos, é que se separam os homens dos meninos. Ou seja, crise, pode ser café pequeno para os homens. Nós gostamos com açúcar.
11/8/2008