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Tããããão verdade! Reflexão maravilhosa em tempos de web 2.0

As always, the truth lies in the cliches.

“Having the best of both worlds” is something that marketers shoot for all the time. They want the traffic that a community site will give them, but they also want the control they get by only having authorized employees participating. They shoot for their favorite parts, and get nothing. Always nothing.

Instead, perhaps it’s worth hoping for the best of one world.

Compromise, by its nature, means giving up part of one thing to get part of something else. So you end up with a little of this and a little of that. The low fat of prunes and the shelf appeal of a cupcake. Sounds good on paper, but when given the choice, the diet conscious will pick a real prune and the gluttons will pick a real cupcake. And you’re left with an overstock situation.

When in doubt, maximize.

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Post super interessante do Neto.

Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em
Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se
sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o
problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em
nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar a fome de quem já estava de barriga cheia.

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Adoro esse cara! Essas pérolas (regulares) dele são um ótimo exercício de pensamento.
E parece que ultimamente ele tem escrito bastante sobre carreira e dedicação ao trabalho.

Loving what you do is almost as important as doing what you love, especially if you need to make a living at it. Go find a job you can commit to, a career or a business you can fall in love with.

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A F/Nazca veiculou neste fim de semana, nos principais jornais do País, um anúncio colocando seu ponto de vista sobre a crise econômica mundial e sobretudo sua opinião sobre como reagir em momentos como esse, especialmente cercado de muito pânico.

Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas a maldita já nos surpreendeu diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando alguma dessas esquinas da vida. Algumas, foram provocadas pelo petróleo, outras pela Rússia ou pela China, a maioria, geradas internamente, já que em matéria de crise, o Brasil sempre foi auto-suficiente. A tal ponto, que se não chegamos a ser fraternos amigos – nós e a crise – também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.

Nenhuma crise é igual à outra. Cada uma tem Essa que chegou com toda a força, agora, certamente é a mais diferente de todas. Porque o Brasil não tem um pingo de responsabilidade sobre o que está ocorrendo e porque o Brasil no seu melhor momento, economicamente falando. O Brasil nunca esteve tão em dia com as suas obrigações, o dever de casa feito, com um mercado interno tão forte, com empresas tão sólidas, modernas e competitivas e com suas instituições tão garantidas, para encará-la.

Mas isso não nos exime das conseqüências da crise. Que, por sinal, é também uma das mais potentes e destruidoras das que se tem notícia em quase um século. Ela já está sendo dura e será ainda mais devastadora, não precisamos ser profetas para prevê-lo. Então, o que nos resta fazer?

O óbvio é termos medo, nos encasularmos, rezarmos para diferentes deuses, de diferentes religiões, ficarmos imóveis acreditando que qualquer mínimo movimento pode ser fatal para ela nos alcançar e, assim esperarmos, até que ela passe.

Demitir, cortar os investimentos, reduzir a produção, suspender novos projetos, reprimir os movimentos de inovação, não acreditar num retorno inesperado da demanda, também são boas e óbvias idéias. Talvez, algumas tenham mesmo que ser feitas, quem sabe?

Mas também há o inóbvio, por mais que, obviamente, a palavra inóbvio não exista. E não existe por que? Porque ninguém a disse antes, vai saber.

E é aí que reside o intuito desse nosso anúncio: apelar para os que acreditam que o inóbvio existe. Não só existe, como pode ser feito nesse exato momento onde o óbvio é o que todos pensam, todas fazem, todos professam e todos aconselham.

O intuito desse anúncio é, humildemente, tentar criar uma minúscula fagulha de otimismo, de esperança – nossa velha, desgastada, mas essa sim, querida amiga em todos os nossos célebres momentos de crise – para que ela se dissemine, se instale nas nossas cabeças, nas nossas empresas, na nossa sociedade, mesmo lutando contra esse poderoso inimigo que tão mais facilmente gosta de se instalar nesses mesmos lugares ao menor sinal de que o pior pode acontecer.

O intuito desse anúncio é despertar o empreendedorismo que sempre caracterizou o empresariado brasileiro, a coragem que sempre foi a marca registrada das nossas empresas, a capacidade inesgotável de reinvenção que sempre foi o norte dos vencedores neste nosso país. E também é o intuito desse anúncio, demonstrar que um marketing original, é a mais poderosa fonte de energia, capaz de gerar as transformações que uma empresa precisa num momento de crise. Nós acreditamos piamente nisso.

Esse é o nosso óbvio.

Acreditamos que se esta não é o momento de inovar, que outro será? Acreditamos que se esse não é o momento de ser e parecer diferente dos seus concorrentes, que outro haverá de ser?

Acreditamos que se não for essa a hora de falar, enquanto muitos se calam de medo, que outra hora estará à nossa disposição para fazê-lo? Uma grande idéia, única, diferente de todo o óbvio, sempre foi e sempre será o detonador mais valioso – e menos oneroso – para mudar-se a história, o humor, a fé, a determinação e otimismo interno de uma empresa.

É isso que nós defendemos para os nossos clientes e que queremos externar para o Brasil inteiro hoje. Porque tivemos a presunção de que se nós pensamos assim, talvez você, talvez mais gente por aí também pense do mesmo jeito. E nós adoraríamos poder contar com mais gente, mais empresários, mais cidadãos para ajudar a contrariar o óbvio, a não aceitar passivamente em todas as suas piores conseqüências o medo, pelo medo.

Crises nós já enfrentamos e, queiramos ou não, ainda enfrentaremos essa um bom tempo e outras por muitas vezes.

O que deve nos mover é a visão de como nós queremos ser percebidos assim que mais uma vez nós sairmos dela.

De pé, ou de cócoras.

Na crise, já disseram muitos, é que se separam os homens dos meninos. Ou seja, crise, pode ser café pequeno para os homens. Nós gostamos com açúcar.
11/8/2008

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Mais uma do Seth Godin… contra a o conformismo no trabalho

Here’s a simple quiz:

  • Can you capture something you see on your screen and paste it into Word or PowerPoint?
  • Do you have a blog?
  • Can you open a link you get in an email message?
  • Do you read more than five blogs a day?
  • Do you have a signature in your outbound email?
  • Do you have an RSS reader?
  • Can you generate a PDF document from a Word file you’re working on?
  • Do you know how to build and share a simple spreadsheet using Google Docs?
  • Do have a shortcut for sending mail to the six co-workers you usually write to?
  • Are you able to find what you’re looking for on Google most of the time?
  • Do you know how to download a file from the internet?
  • Do you back up your work?
  • Do you keep track of contacts using a digital tool?
  • Do you use anti-virus software?
  • Do you fall for internet hoaxes and forward stuff to friends and then regret it?
  • Have you ever bought something from a piece of spam?

Can you imagine someone who works in a factory that processes metal not knowing how to use a blowtorch? How can you imagine yourself as a highly-paid knowledge worker and not know how to do these things… If you don’t, it’s not hard to find someone to teach you.

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People really want to believe effort is a myth, at least if we consider what we consume in the media:

  • politicians and beauty queens who get by on a smile and a wink
  • lottery winners who turn a lifetime of lousy jobs into one big payday
  • sports stars who are born with skills we could never hope to acquire
  • hollywood celebrities with the talent of being in the right place at the right time
  • failed CEOs with $40 million buyouts

It really seems (at least if you read popular media) that who you know and whether you get ‘picked’ are the two keys to success. Luck.

The thing about luck is this: we’re already lucky. We’re insanely lucky that we weren’t born during the black plague or in a country with no freedom. We’re lucky that we’ve got access to highly-leveraged tools and terrific opportunities. If we set that luck aside, though, something interesting shows up.

Delete the outliers–the people who are hit by a bus or win the lottery, the people who luck out in a big way, and we’re left with everyone else. And for everyone else, effort is directly related to success. Not all the time, but as much as you would expect. Smarter, harder working, better informed and better liked people do better than other people, most of the time.

Effort takes many forms. Showing up, certainly. Knowing stuff (being smart might be luck of the draw, but knowing stuff is the result of effort). Being kind when it’s more fun not to. Paying forward when there’s no hope of tangible reward. Doing the right thing. You’ve heard these things a hundred times before, of course, but I guess it’s easier to bet on luck.

If people aren’t betting on luck, then why do we make so many dumb choices? Why aren’t useful books selling at fifty times the rate they sell now? Why does anyone, ever, watch reality TV shows? Why do people do such dumb stuff with their money?

I think we’ve been tricked by the veneer of lucky people on the top of the heap. We see the folks who manage to skate by, or who get so much more than we think they deserve, and it’s easy to forget that:

a. these guys are the exceptions
and
b. there’s nothing you can do about it anyway.

And that’s the key to the paradox of effort: While luck may be more appealing than effort, you don’t get to choose luck. Effort, on the other hand, is totally available, all the time.

This is a hard sell. Diet books that say, “eat less, exercise more,” may work, but they don’t sell many copies.

With that forewarning, here’s a bootstrapper’s/marketer’s/entrepreneur’s/fast-rising executive’s effort diet. Go through the list and decide whether or not it’s worth it. Or make up your own diet. Effort is a choice, at least make it on purpose:

1. Delete 120 minutes a day of ’spare time’ from your life. This can include TV, reading the newspaper, commuting, wasting time in social networks and meetings. Up to you.

2. Spend the 120 minutes doing this instead:

  • Exercise for thirty minutes.
  • Read relevant non-fiction (trade magazines, journals, business books, blogs, etc.)
  • Send three thank you notes.
  • Learn new digital techniques (spreadsheet macros, Firefox shortcuts, productivity tools, graphic design, html coding)
  • Volunteer.
  • Blog for five minutes about something you learned.
  • Give a speech once a month about something you don’t currently know a lot about.

3. Spend at least one weekend day doing absolutely nothing but being with people you love.

4. Only spend money, for one year, on things you absolutely need to get by. Save the rest, relentlessly.

If you somehow pulled this off, then six months from now, you would be the fittest, best rested, most intelligent, best funded and motivated person in your office or your field. You would know how to do things other people don’t, you’d have a wider network and you’d be more focused.

It’s entirely possible that this won’t be sufficient, and you will continue to need better luck. But it’s a lot more likely you’ll get lucky, I bet.

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Segue o texto, super eloqüente, de explicação sobre o fechamento do site Muxtape. Me fez repensar sobre o futuro da indústria fonográfica e seus meios de distribuição…

I love music. I believe that for people who love music, the desire to share it is innate and crucial for music itself. When we find a song we love, we beckon our friends over to the turntable, we loan them the CD, we turn up the car stereo, we put it on a mixtape. We do this because music makes us feel and we want someone else to feel it, too.

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Só deixando claro, do ponto de vista das mulheres, tudo que já sabíamos há MUITO TEMPO!!!

Garota de Ipanema é a segunda música mais tocada no mundo. Só perde para Yesterday, dos Beatles. A principio, isso parece motivo de festa. ‘Nossa, mas que orgulho para o nosso país’. ‘Nossa, o Tom e o Vinícius levaram o nome do Rio de Janeiro para o planeta inteiro’. ‘Nossa, o Rio de Janeiro é mesmo maravilhoso’. ‘Nossa, e o rebolado da Juliana Paes?’. Tá, muito legal. Eles fizeram um bem danado para o país. Mas, definitivamente, não para os cariocas.

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