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Li o post hoje no blog da Riot sobre o conceito de Emotional Branding.
Repito abaixo os dez mandamentos para mudanças de comportamento do marketing:

1. De consumidores para pessoas – Clientes não podem ser tratados como alvos a serem atacados, é preciso construir relacionamentos com eles.
2. De produtos para experiências – Proporcionar experiências será vital, pois produtos atendem a necessidades e experiências satisfazem desejos.
3. De honestidade para confiança – Honestidade é obrigação. As marcas devem ir além, conquistando confiança, para gerar envolvimento e intimidade.
4. De qualidade para preferência – Para obter sucesso, não bastará ter qualidade reconhecida. Será preciso perseguir a preferência do público.
5. De notoriedade para aspirações – Ser conhecido não significa ser amado.
Para ser desejada, a marca precisará refletir as aspirações dos seus clientes.
6. De identidade para personalidade – Para se diferenciar, além de uma identidade clara, as marcas devem ter uma proposta, caráter e carisma.
7. De funcionalidade para sentimento – Mais do que ser funcionais, os produtos devem proporcionar experiências sensoriais através do design.
8. De ubiqüidade para presença emocional – Alta visibilidade não é mais suficiente. As marcas devem buscar contatos emocionais com as pessoas.
9. De comunicação para diálogo – Mais do que discursar através da comunicação tradicional, as marcas precisam entrar na vida de seus clientes.
10. De atendimento para relacionamento – Atender bem é só uma tarefa de venda. Estabelecer relacionamentos é reconhecer a importância do cliente.

E as seis tendências a seguir:

1. Tribalismo: uma tribo para chamar de minha.
Num mundo fragmentado e individualista, a nostalgia do clã, da grande família, a aspiração a pertencer a uma comunidade.
2. Lar, doce lar: nenhum lugar como a minha casa.
A medida em que aumentam a violência e os problemas urbanos, um interesse renovado por cuidar do ninho e de tudo o que é associado a ele.
3. Quero ser Criança: nostalgia da infância.
A complexidade crescente e a competitividade exacerbada impulsionam a busca pelo prazer, especialmente o lúdico.
4. A verdade, por favor: não me engana que eu não gosto.
A geração de consumidores que foi exposta ao marketing desde o berço e tem acesso à informação on-line não se deixa enganar facilmente.
5. De volta pra casa: nostalgia do passado Revalorização do modo de vida simples e gregário das cidades pequenas e comunidades.
6. Espiritualidade: nascer de novo
Busca do eu interior por meio de estímulo aos sentidos.

Me veio à mente referências como o último livro do Seth Godin sobre Tribos, e os Dez Mandamentos do Engajamento do Fabiano Coura.
Às vezes me parece que quanto mais a comunicação evolui nos meios digitais, mais o bom senso pregado pelos nossos avós acaba se tornando guideline para o trabalho…

… and neither am I. Nor will any blogger, including those far more deserving.

The Pulitzer folks, stewards of one of the most influential and important awards in any field, have just announced their new rules. You can win a Pulitzer for commentary online now, but only if the place you post your commentary is a significant news gathering site. You know, sites like MinnPost and Voice of San Diego. So, Tom Friedman can win a well-deserved prize for writing what is essentially a blog for the NY Times, but if he goes off on his own, he’s out.

What a shame.

As newspapers melt all around us, faster and faster, the people in the newspaper business persist in believing that the important element of a news-paper is the paper part.

What an opportunity (for someone) to start taking advantage of the huge pool of talent and passion that is moving online, and to work to raise the bar. We don’t need more gossip sites from celebrity magazine editors. We need to identify and reward voices that push hard against the status quo, that report eagerly and accurately and that speak truth to power.

Here’s what we’re going to miss, and quite soon: the cost of having a printing press and the money to run one meant that there were newspapers with gravitas. Newspapers that invested for the long haul, that stood for something, that spoke up. When you can launch a blog for nothing and disappear quite easily if it doesn’t work, the gravitas is a lot more difficult to find. When the newspapers are gone (and it’s happening a lot faster than the people in the industry are able to admit) that’s what we’re going to miss the most.

The opportunity, then, is to organize and network and identify and reward that activity when it happens online. Not because the site is owned by a paper or because the founder has connections to the old media. No, because they’re doing work that matters.

If I ran the Pulitzers, I’d hand out a dozen more every year to people working exclusively online.

Source

Bate em cheio com a teoria das Tribos e oportunidades perdidas de pessoas que só sabem proteger o jeito antigo de se fazer negócios e estão cegas para o futuro, esperando serem destronadas pela próxima big thing